As 7h30 o clima estava agradável, por volta dos 20º Celsius, quebrando um pouco a onda de calor que tem incomodado Belo Horizonte nas últimas semanas.
Estava vindo para a Faculdade de Medicina, trabalhar mais um pouco.
Verdade seja dita, os ônibus na minha região não demoram muito e tem sempre algum lugar para sentar.
Neste dia estava sozinho no ponto, pensando na vida, sem muito a acrescentar ao planeta. Vi pelo canto do olho que um cachorro preto, muito bonito, estava atravessando a rua.
![[cao_assustado.jpg]](http://3.bp.blogspot.com/_ptSpetzy-uw/SLdc72KGhbI/AAAAAAAAAIc/j9f7ajU0eN0/s1600/cao_assustado.jpg)
O cachorro quase foi atropelado. Ficou olhando para mim com cara de espanto. No meio da rua seus olhos fixaram-se em mim.
Tenho certeza que dentro de sua mente canina, ficava pensando: “Esse cara não é normal. Obviamente ele acha que fala com os cachorros”
O cachorro acabou de atravessar e ficou ali, no passeio, olhando para trás e para mim. Talvez ele tenha pensado em Freud e Lacan para tentar montar meu perfil psicológico. Possivelmente ele pensou ainda em Selye e sua definição de Stress indefinido.
O cão ia e voltava, pensando se aproximava-se de mim para conversar e sugerir terapias de pequena intervenção, mas grande impacto, mas aí chegou o ônibus e eu tive que ir.
Aqui um link para um site sobre um post muito interessante que achei na internet.
Airrrrrrrrrr!
ResponderExcluirEle agora deve estar pensando em como os humanos são todos uns loucos!